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la femme d´a cotê

30.03.06

Contente, quase feliz, porquê não sei. Hoje, tenho-te leve, apenas encostado ao coração, baldeado mais para lá do que para cá. Pergunto-me se será um já esteve mais longe que me segredo a medo, e devolvo-me a resposta pronta, que absurdo. É assim que te gostaria sempre: uma lembrança calma como as manhãs no campo, com os seus piares ao longe e o rumorear abafado das copas floridas. Não te ter e não te sentir a falta, fazer amor e não me impedir de fechar os olhos, não ter de me obrigar a um ponto fixo algures no corpo que ondula e vacila e descai sobre o meu esterno em arco, para não me distrair do prazer que ele me dá, esse outro corpo, caso contrário, sou eu que me ondulo e vacilo e me descaio em ti.  

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escrito por sofia vieira às 20:51



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